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quinta-feira, 15 de março de 2007

naquela noite, pintaste-me de cores que eu nunca tinha provado.
de canções que eu nunca tinha escutado,
e de histórias que eu não tinha sequer imaginado.

naquela noite... em que não me lembro de nada,
mas que sinto tudo, o que também nunca tinha sentido.

(ah ! lembro-me da foto que tirámos e que pusemos no bolso de trás das calças para ela
ficar com as formas do movimento dos nossos corpos.)

1 comentário:

Anónimo disse...

e quando achamos que não temos nada, temos tudo. quando achamos que estamos distantes estamos ao lado um do outro. e o sussuro no ouvido é real. és minha. e gostar de ti nestas condições torna-se ainda melhor.

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