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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Deste cor a sensações hiperbólicas. Foi prazer em silêncio e vontades diversas que se fundiram no calor da tua pele, do teu corpo pegado ao meu. Transbordámos um fogo que não queima, mas que arde...

1 comentário:

Anónimo disse...

imagino-te com uma pala no olho devido a uma bala durante uma guerra com uns estranhos quaisquer e com a tua pena a escrever poemas ou textos sentidos que ficarão para sempre na história e nos corações dos teus verdadeiros amigos, aqueles que gostam realemente de ti!

cates* gosto muito de ti :)

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