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terça-feira, 1 de abril de 2008





É... retrato.

É uma pobreza que nos clarifica uma tempestade de sensações. Um olhar que se transforma num tacto que, berrantemente, se interioriza. Nos torna capazes de...
E, por mais insensíveis que sejamos,
DEVORA-NOS! Através do movimento (não) insignificante dos ramos que, esfuziantemente, surgem pela brisa quente. E seca. E é esta secura que nos faz transbordar de vontades. Vontades de saborear novos gestos que nos garantem um enriquecer duradoiro.
Talvez tenha sido este povo quem inventou o arco-íris. Um juntar simples e (tão) bonito. Inventaram contrastes onde eu, anteriormente, julguei não serem possíveis existir. Sem nada, fizeram-no. Com tudo, nem se lembrariam de tal. E é isso que nos falta: saber o que é ter nada.

Eles têm-no e é por essa razão que, mesmo sem roupa para vestir, ganham o dia com o sorriso que lhes dou. Com tudo o que (nada) tenho. São ricos. Mais que qualquer outro povo. E a cultura que possuem alegra-nos com espirros de tanto que se entranha. E do tanto que a vivemos.


É... intenso.


Com vontade de lá regressar, Índia.

3 comentários:

Anónimo disse...

Tão expressivo e tão real.
Podem não ter nada, mas têm aquilo que é preciso para se ser feliz: uma vida rica de sorrisos, de cores e felicidade.
Conseguiste trazer a alegria e espontaniedade de lá para cá :)
Obrigada *

Anónimo disse...

Inveja por teres tido a sorte de conhecer esse povo tão sabedor. Também eu espero poder passar por lá um dia, e sentir todas as sensações pelas quais foste exposta. Por agora apenas de agradeço por colocares aqui, e partilhares connosco um pouco dessa experiência =)

cates*

Anónimo disse...

O teu sorriso hoje estava mais colorido! cá pra mim trouxeste muito daquele povo tão diferente com tanto para nos ensinar! Senti-te mais culta ainda sem teres dito nada! =) *

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