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segunda-feira, 14 de maio de 2007



E um olhar cruza-se entre um livro semi-fechado para que os teus braços atinjam um relevo surreal que envolve movimentos monótonos e ritmados. A vida que enche as minhas pupilas dá luz ao nosso amor que se alimenta de sonhos que contas enquanto me percorres.
Sabes-me de cor e até de olhos fechados consegues fazer música com os meus membros. Com aqueles gestos que não vês, só sentes.

2 comentários:

Anónimo disse...

Cruza-se de forma que não se explica. Fins de tardes na praia a comer areia, quem não gosta ? e muito mais pequena. ly*

Anónimo disse...

que bonito, mariana. mesmo mesmo.
gosto tanto de quando nos reencontramos. a saudade deixa-nos primeiro mais longe, mas depois mais perto.
gosto muito de ti*

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