
Uma música. Uma lágrima que cai enquanto as palavras entram e permanecem como lapas na minha cabeça. Importantes, especiais, diferentes também.
Quando não te tinha, eram elas que me confortavam… que diziam que eu continuava a ser especial para ti e que nunca me irias esquecer.
Confio nelas como confio no meu coração. Palavras soltas que se atrapalham entre olhares e vozes medonhas.
Fala comigo. Agora tenho-te a ti e às tuas palavras que agora vêm de ti.
(Tenho-te a ti, tesouro.)
1 comentário:
Tendo a desconfiar muito do coração... mas confio mais nas palavras são estanques e tendem a contrariar a fluidez do mistério vermelho...
É só lembrar um dos maiores fados portugueses:
"Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.
Coração independente,
coração que não comando:
vive perdido entre a gente,
teimosamente sangrando,
coração independente."
Enviar um comentário